Nossa história

O carisma da Copiosa Redenção foi colocado por Deus no coração do fundador Pe. Wilton Moraes Lopes, CsSR,  para ser luzna vida de pessoas que se encontram nas drogas e em profundo processo de destruição.

Fundador

Nascido em 27 de abril de 1956, Pe. Wilton desde muito cedo cultivava dentro de si uma espiritualidade particular. Por meio do seu sim, Deus gerou para a Igreja, neste coração sacerdotal, a Copiosa Redenção.

Cofundadoras

Através do sim generoso de três senhoras nasceu a família religiosa da Copiosa Redenção: Maria Moreira da Motta Santos, Ruth Marina da Silveira e Ione Strozzi, as primeiras flores de nosso jardim.

Vocacional

Pela oferta de nossas vidas ao Pai, somos chamados a seguir Jesus, a fim de colaborar na sua Copiosa Redenção. Esta vocação nos leva a uma viva adesão ao Cristo Redentor, que nos consagra, reúne e nos envia. 

Nossa história

A ideia de fundar uma congregação já havia passado pelos pensamentos de Pe. Wilton Moraes Lopes, sacerdote redentorista da província de Campo Grande, contudo, sem objetivos e sem metas. No ano de 1987, sentiu-se tocado por uma ação extraordinária do amor de Deus. Sentia-se inquieto por um chamado do Senhor, do qual ele não possuía nenhum discernimento e compreensão.

Ao ministrar uma oração de cura e libertação para um grupo de jovens em Vitória/ES, naquele mesmo ano, viu uma garota aproximar-se de Jesus no Santíssimo Sacramento e depositar um pacote de drogas diante do altar. Foi a partir daquele momento que ouviu a voz do Senhor dizendo-lhe com clareza: “O trabalho que eu quero de você é este: a recuperação de jovens dependentes. Eu os amo e é preciso que alguém anuncie e leve a minha redenção à vida deles”.

Ali, então, começava os passos iniciais para a concretização daquilo que era a vontade de Deus para a sua vida: a fundação de uma obra.

Para iniciar a realização deste apelo de Deus, Pe. Wilton convidou Maria Moreira da Motta Santos, uma viúva de 56 anos, a consagrar-se como leiga, originando assim, o Instituto Secular Servas de Maria da Copiosa Redenção. No ano seguinte, Ruth Marina da Silveira, também viúva, e Ione Strozzi uniram-se ao projeto, dando cada uma delas, o seu sim generoso a Deus.

Em 1988, Pe. Wilton foi transferido para Ponta Grossa/PR e acolhido por Dom Geraldo Pellanda, na época o atual Bispo da Diocese de Ponta Grossa, que deu autorização para fundar a Copiosa Redenção. Dessa forma, no dia 08 de dezembro de 1989, na Capela Particular da Casa Episcopal, fundou-se a Congregação das Irmãs da Copiosa Redenção de Maria Mãe da Divina Graça.

No ano de 1991, Pe. Wilton teve a revelação, através de um sonho, de um novo caminho para o carisma da Copiosa Redenção: a Adoração ao Santíssimo Sacramento. Cada irmã e irmão, assumiriam o compromisso de rezar pelas pessoas dependentes das drogas em uma hora diária de adoração ao Santíssimo.

Mais tarde, em 1997, alguns rapazes começaram uma experiência, cujo objetivo seria o de tornarem-se religiosos e posteriormente sacerdotes, dando assim, início ao ramo masculino da Congregação.

Entretanto, o trabalho não se limitou somente à recuperação social e familiar de dependentes químicos. A Copiosa Redenção abriu as suas portas para atender a vários chamados como: atividades com crianças e adolescentes, idosos, trabalhos pastorais, evangelização através da música e pregação de retiros.

Hoje, a Copiosa Redenção está presente em sete estados brasileiros. São sete comunidades terapêuticas, duas de reinserção social, além de casas de trabalho pastoral e comunidades na Itália.

Nossa família religiosa é composta atualmente por cerca de 164 membros, entre irmãos, irmãs, sacerdotes e formandos, além de 200 leigos consagrados.

Fundador

A cidade de Tesouro no Mato Grosso, foi uma terra de garimpo, rica em diamantes. Entre tantas pedras preciosas que este solo produziu, Deus escolheu uma como preciosidade para a Igreja: Wilton Moraes Lopes, sacerdote redentorista e fundador da Copiosa Redenção.

Nascido em 27 de abril de 1956, neste pequeno município da diocese de Guiratinga/MT, desde sua infância, já cultivava dentro de si uma espiritualidade particular. Por iniciativa própria, frequentava, muitas vezes sozinho, a missa dominical.

Revelou também, muito cedo, ser uma alma piedosa. Procurava sempre ir ao encontro dos necessitados e oprimidos. Por inúmeras vezes, pegava medicamentos na farmácia de seus pais para dar aos mais pobres.

Com apenas 13 anos, ingressou no seminário, adequando-se ao ritmo de uma vida com disciplina. Nesse período, dedicou-se ao estudo da música. Tornou-se organista do seminário, onde tocava nas missas e nas celebrações.

Buscava sempre com assiduidade a capacitação intelectual através da leitura, desde o seminário menor até a universidade.

Em 1977, Wilton Moraes Lopes professou os seus primeiros votos na cidade de Ponta Grossa/PR, pertencente à província de Campo Grande, com sede em Curitiba.

Mas, antes mesmo da sua ordenação sacerdotal, Wilton já havia iniciado o ministério da pregação.

Ordenou-se como sacerdote, no dia 09 de julho de 1983, na cidade de Rondonópolis/MT. Assim, passou a realizar com grande frequência pregações por vários estados do Brasil, para o povo e também para congregações religiosas.

Por meio do seu sim, Deus gerou para a Igreja, neste coração sacerdotal, a Copiosa Redenção.

Ao observar sua vida, podemos contemplar os passos de um sacerdote que faz uma constante oblação do seu ser ao Pai, transformando-se em uma imagem viva do Santíssimo Redentor. Com seu precioso silêncio, sabedoria, determinação, humildade e amor, enriquece a vida de inúmeros filhos gerados na fé.

Cofundadoras

Primeiras flores, do coração. Doaram-se pra nascer, Copiosa Redenção.

Ser Copiosa Redenção é viver desafios constantemente. Foi nessa certeza que nasceu a nossa família religiosa somada com o sim generoso de três senhoras: Maria Moreira da Motta Santos, Ruth Marina da Silveira e Ione Strozzi, as primeiras flores de nosso jardim.

Foi pela fé, coragem, determinação e uma grande confiança em Deus, que, em 1987, a Copiosa Redenção começou a ser gerada no coração do Pe. Wilton. E foi pelo sim destas três mulheres corajosas que os primeiros pilares da congregação começaram a ser fundamentados.

Deus, com sua imensa generosidade, plantou no jardim de nossa família religiosa as três primeiras flores que, regadas pelo amor do Criador, cresceram, floriram e embelezaram o jardim da Igreja.

Com certeza, na oblatividade de suas vidas, exalaram um perpétuo perfume, uma essência de amor, testemunho e fé.

Pelo sim abundante destas três mulheres, podemos experimentar da fonte da graça e do amor salvífico de Cristo no Santíssimo Sacramento, e levá-lo pela fé a tantos corações sedentos de amor.

Hoje, elas enfeitam com a grandeza da beleza de suas almas, os jardins do céu.

 

Nossas primeiras flores:        

Ir. Maria Motta – viúva, nasceu em 10 de outubro de 1931, em Siqueira Campos/PR, mãe de quatro filhos. Faleceu em 01 de fevereiro de 2017.

Ir. Ruth Marina da Silveira – viúva, nasceu em 18 de outubro de 1929, em Porto Alegre/RS, mãe de dois filhos. Faleceu em 29 de setembro de 2014.

Ir. Ione Strozzi – solteira, nasceu em 04 de novembro de 1931, em União da Vitória/PR. Faleceu em 05 de fevereiro de 2012

Vocacional

Pensar em vocação é o mesmo que pensar em intimidade com Deus. Vocação é justamente o sinal de que Deus nos ama, independentemente do caminho prático que escolhemos seguir.

Para seguir a vocação no carisma Copiosa Redenção é preciso percorrer alguns caminhos para chegar até o coração do Esposo. Estes são os traços para aqueles que sentem-se chamados a realizar a vontade de Deus segundo o perfil-carisma da Copiosa:

  • Adoração – o sentido do nosso existir encontra-se na contemplação de Jesus Eucarístico. “Ser todo Dele e Ele todo meu”.
  • Apostolado – promover a libertação de pessoas dependentes químicas que estão em profundo estado de destruição.
  • Obediência radical – viver um testemunho radical, não imposto, mas livremente assumido.
  • Espírito de Humildade – colocar-se a serviço de todos no acolhimento interno e externo.
  • Silêncio-solicitude – característica exigente do progresso da vida interior. Educação constante no falar.
  • Devoção a Nossa Senhora – amor pela mãe de Deus, que se mostra protetora da Copiosa Redenção sob o título de Mãe da Divina Graça.
  • Amor ao trabalho – ter disponibilidade no servir, principalmente nos trabalhos mais simples.
  • Desapego – de si mesmo, de pessoas e de coisas.
  • Amor pela Santa Missa e sacramento da confissão – percebemos a Eucaristia como sustento e a confissão como instrumento importante para o crescimento da santidade pessoal.

Este perfil identifica os vocacionados com Cristo, para, assim, assumirem os traços Dele na adoração.

Ele nos chama para que possamos ouvir a Sua voz. Ele nos consagra para Nele sermos plenos. Ele nos envia para construirmos o Seu Reino.

QS - Vocacional 2

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